<?xml version="1.0" encoding="utf-8"?> <?xml-stylesheet type="text/xsl" href="/rss20.xsl" media="screen"?> <rss xmlns:itunes="http://www.itunes.com/dtds/podcast-1.0.dtd" version="2.0"> <channel> <title>Labirinto do Não - cinema</title> <description>&amp;quot;Dos dioses hay, y son: Ignorancia y Olvido&amp;quot; - Rubén Darío</description> <link>http://labirintodonao.blogspirit.com/cinema/</link> <lastBuildDate>Fri, 29 Aug 2008 08:46:05 +0200</lastBuildDate> <generator>blogSpirit.com</generator> <copyright>All Rights Reserved</copyright>  <item> <guid isPermaLink="true">http://labirintodonao.blogspirit.com/archive/2008/07/25/o-escafandro-e-a-borboleta.html</guid> <title>O escafandro e a borboleta</title> <link>http://labirintodonao.blogspirit.com/archive/2008/07/25/o-escafandro-e-a-borboleta.html</link> <author>noreply@blogspirit.com (Gabriel)</author>   <category>Cinema</category>   <pubDate>Fri, 25 Jul 2008 07:50:00 +0200</pubDate> <description> &lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Se em &lt;i&gt;Mar Adentro&lt;/i&gt; tudo o que Ramón Sampedro queria era morrer, em &lt;i&gt;O escafandro e a borboleta&lt;/i&gt; o desejo de Jean-Dominique Bauby não é diferente, ao menos até o momento em que ele deixa de sentir pena de si mesmo e resolve viver. Aí está a diferença entre os dois filmes: este escolhe a vida; aquele, a morte. Outra: no filme de Julian Schnabel, &lt;i&gt;vemos&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;somos&lt;/i&gt; Bauby - ou melhor, aquele angustiante olho esquerdo dotado de sarcasmo e ironia.&lt;/div&gt; &lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Escafandro é aquela roupa de mergulho que permite atingir grandes profundidades debaixo dágua. É assim que Bauby se sente com a sua rara síndrome de locked-in, apesar de manter pleno domínio de suas faculdades mentais. Ele poderá se movimentar nos limites dessa prisão - enquanto deseja a morte. A partir do momento em que aceita sua condição - paralisado, mas dotado de memória e imaginação -, o jornalista descobre uma nova maneira de voar: daí, a borboleta.&lt;/div&gt; &lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Aspectos técnicos à parte - se bem que aquela cena em que a imagem embaça e uma lágrima cai é bem legal -, fica sempre esta questão: o que leva alguém a viver? (Woody Allen respondeu esta questão em Manhattan.) Sampedro não encontra razão alguma. Bauby parece ter lido aquele &lt;a href=&quot;http://phbritto.org/?p=7&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;poema&lt;/a&gt; de Elizabeth Bishop.&amp;nbsp;&lt;/div&gt; &lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; No fim, nenhuma lição de auto-ajuda: só mesmo Bauby vai ditar um livro piscando o olho. Determinação é tudo? Errado. Nem a arte salva, mas pode dar um testemunho do fim. Melhor quando esse testemunho é belo, mesmo que triste - e que isso importa, afinal? Dois deuses há, e são: Ignorância e Esquecimento. E enquanto isso, escrevemos.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt; &lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; (E há a trilha sonora. Se &lt;a href=&quot;http://br.youtube.com/watch?v=RHmqWNIHFTk&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;i&gt;Perfect Day&lt;/i&gt;&lt;/a&gt; vai embalar minha internação por overdose, &lt;i&gt;La Mer&lt;/i&gt; vai ser a trilha do meu derrame. A do post? Tom Waits, na &lt;a href=&quot;http://br.youtube.com/watch?v=I-sH5oHSQaU&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;única música&lt;/a&gt; dele que gosto.)&lt;/div&gt; &lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt; &lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;nbsp;ps: &lt;a href=&quot;http://labirintodonao.blogspot.com/2005/06/as-invases-brbaras-mar-adentro.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;um post antigo&lt;/a&gt; sobre &lt;i&gt;Mar Adentro&lt;/i&gt;. até que eu escrevia bem, antes.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt; </description>  </item>  <item> <guid isPermaLink="true">http://labirintodonao.blogspirit.com/archive/2008/07/07/o-sonho-de-cassandra.html</guid> <title>O Sonho de Cassandra</title> <link>http://labirintodonao.blogspirit.com/archive/2008/07/07/o-sonho-de-cassandra.html</link> <author>noreply@blogspirit.com (Gabriel)</author>   <category>Cinema</category>   <pubDate>Mon,  7 Jul 2008 01:00:00 +0200</pubDate> <description> &lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; É aquela velha história: Woody Allen, por pior que seja, é Woody Allen e isso equivale a dizer - meu time é ruim, mas vou ver essa porcaria de jogo (aliás, que empate trágico!). Bem, isto posto: O Sonho de Cassandra é, dos 3 filmes com a mesma temática, o piorzinho. Primeiro, porque tem Colin Farrel. Na boa, quem leva a sério um sujeito cuja melhor atuação é o cigarro que segura entre os dedos? Aliás, ele deve ter adquirido um câncer no pulmão com esse filme. Segundo, porque não tem Scarlet. Terceiro, ora, precisa mais?&lt;/div&gt; &lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Quando vejo os filmes de Woody, tenho sempre a sensação de que pertenço a algum deles. No fim, tudo dá certo, dizia o poeta. E se não deu, bem, é porque o filme é ruim.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt; </description>  </item>  <item> <guid isPermaLink="true">http://labirintodonao.blogspirit.com/archive/2007/10/02/sessao-da-tarde.html</guid> <title>Sessão da tarde</title> <link>http://labirintodonao.blogspirit.com/archive/2007/10/02/sessao-da-tarde.html</link> <author>noreply@blogspirit.com (Gabriel)</author>   <category>Cinema</category>   <pubDate>Tue,  2 Oct 2007 09:15:00 +0200</pubDate> <description> &lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; É preciso dizer que dois dos maiores momentos da Sessão da Tarde estão inevitavelmente ligados ao rock: &lt;a href=&quot;http://www.youtube.com/watch?v=01aN4AEB6GE&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;o solinho de Marty&lt;/a&gt; em De volta para o futuro; e nosso ídolo Ferris &lt;a href=&quot;http://www.youtube.com/watch?v=0EV_drdXeq8&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;cantando o clássico dos beatles no meio da avenida&lt;/a&gt; em Curtindo a vida adoidado - falaí, matar aula, roubar o cadilac vermelho do pai do seu amigo, tirar sua namorada das garras malignas do diretor da escola e ainda fazer isso, francamente. Repare no momento Michael Jackson.&lt;/div&gt; &lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; (Na verdade, o grande personagem de Curtindo a vida adoidado, que título!, é o &lt;a href=&quot;http://www.youtube.com/watch?v=uFpQnJjtXUI&amp;amp;mode=related&amp;amp;search=&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Cameron&lt;/a&gt;.)&amp;nbsp;&lt;/div&gt; &lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Depois, insanidade!, ainda criticam a indústria cultural, etc. Que se matem lendo Goethe.&amp;nbsp;&lt;/div&gt; </description>  </item>  <item> <guid isPermaLink="true">http://labirintodonao.blogspirit.com/archive/2007/08/07/sobre-glória-e-dinheiro.html</guid> <title>Sobre glória e dinheiro</title> <link>http://labirintodonao.blogspirit.com/archive/2007/08/07/sobre-glória-e-dinheiro.html</link> <author>noreply@blogspirit.com (Gabriel)</author>   <category>Cinema</category>   <pubDate>Tue,  7 Aug 2007 09:10:00 +0200</pubDate> <description> &lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Essa história de jogar ovos pela janela tem um pouco a ver com aquele diálogo entre o Sharp e o General Custer, naquele filme O intrépido General Custer: &quot;Brindemos ao dinheiro! Ao dinheiro, sim. Mas há algo mais sobre a glória: você poderia levá-la com você quando chegar a sua hora&quot;.&lt;/div&gt; &lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; O &lt;a href=&quot;http://www.youtube.com/watch?v=uSs79cVvGKA&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Boninho&lt;/a&gt; leva a glória de nos ter dado uns quinze Biguibróders. O único pecado dele foi ter ensinado a receita do ovomolotov. Te cuida, rapá. A tua hora vai chegá.&lt;/div&gt; </description>  </item>  <item> <guid isPermaLink="true">http://labirintodonao.blogspirit.com/archive/2007/08/02/sugestao.html</guid> <title>Sugestão</title> <link>http://labirintodonao.blogspirit.com/archive/2007/08/02/sugestao.html</link> <author>noreply@blogspirit.com (Gabriel)</author>   <category>Cinema</category>   <pubDate>Thu,  2 Aug 2007 00:40:00 +0200</pubDate> <description> &lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;nbsp; Em meu trabalho o personagem principal jamais deve dizer exatamente o que pensa, as coisas não devem ser diretas. Creio que jamais se ouviu um &quot;eu te amo&quot; em meus filmes, pois é algo que não consigo imaginar. As situações de um filme a outro podem ser diferentes, mas acredito que os personagens que mostro, e sua concepção da vida, permanecem os mesmos.&amp;nbsp;&lt;/div&gt; &lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt; &lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Não acho que as coisas devam ser inteiramente originais. Sou a favor de grandes laços com a tradição, com o que já existe.&lt;/div&gt; &lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt; &lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;b&gt;François Truffaut&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt; </description>  </item>  <item> <guid isPermaLink="true">http://labirintodonao.blogspirit.com/archive/2007/08/02/numa-especie-de-febre.html</guid> <title>Numa espécie de febre</title> <link>http://labirintodonao.blogspirit.com/archive/2007/08/02/numa-especie-de-febre.html</link> <author>noreply@blogspirit.com (Gabriel)</author>   <category>Cinema</category>   <pubDate>Thu,  2 Aug 2007 00:30:00 +0200</pubDate> <description> &lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; No início, a sinceridade é algo muito importante. Pode ser suficiente para nos impormos, para dizermos: 'Estou aqui'. Sobretudo num primeiro filme. Depois, há a noção de carreira. A sinceridade não basta mais. É necessário se ter uma certa habilidade. Forjamos leis para nós mesmos, às quais passamos a obedecer. Acabamos um pouco obcecados em relação a todos os elementos. E corremos o risco de fazer um cinema frio. De modo que precisamos fazer as coisas numa espécie de febre.&lt;/div&gt; &lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt; &lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; François Truffaut&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt; </description>  </item>  <item> <guid isPermaLink="true">http://labirintodonao.blogspirit.com/archive/2007/08/02/o-excesso-de-luz-massacra-a-ficcao.html</guid> <title>O excesso de luz massacra a ficção</title> <link>http://labirintodonao.blogspirit.com/archive/2007/08/02/o-excesso-de-luz-massacra-a-ficcao.html</link> <author>noreply@blogspirit.com (Gabriel)</author>   <category>Cinema</category>   <pubDate>Thu,  2 Aug 2007 00:20:00 +0200</pubDate> <description> &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Porque com a luz vê-se tudo na imagem, então o mistério desaparece. De modo geral, a versão noturna de uma cena é sempre preferível à sua versão diurna, pois é mais enigmática: a noite estimula a imaginação. É como se fotografássemos alguém: de rosto inteiro, é apenas ele próprio, mas se ao invés do rosto enquadramos uma parte do ombro ou da nuca, já temos o começo de uma história. Em meu trabalho, guio-me sempre pela aversão ao documentário, que aquilo que apresenta as coisas e os seres sem o encanto da ficção. Ora, o excesso de luz massacra a ficção, comprime-a contra ela mesma e acaba por empobrecê-la.&lt;/p&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;b&gt;François Truffaut&lt;/b&gt;&lt;/p&gt; </description>  </item>  <item> <guid isPermaLink="true">http://labirintodonao.blogspirit.com/archive/2007/06/07/a-descoberta-do-cinema.html</guid> <title>A descoberta do cinema</title> <link>http://labirintodonao.blogspirit.com/archive/2007/06/07/a-descoberta-do-cinema.html</link> <author>noreply@blogspirit.com (Gabriel)</author>   <category>Cinema</category>   <pubDate>Thu,  2 Aug 2007 00:15:00 +0200</pubDate> <description> &lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Todo mundo acha misteriosa a profissão de cineasta. Sentimos isso nas perguntas que nos fazem e às quais temos muita dificuldade de responder. Durante a guerra, perguntei a um adulto: &quot;Em quanto tempo se faz um filme?&quot; Ele me respondeu: &quot;Em três meses.&quot; Fiquei sabendo que o que se passava na tela em duas horas era filmado em três meses. Acabava de descobrir o que as pessoas normalmente sabem. Agora, no interior desses três meses, tudo é mistério. Na verdade, pensei no interesse que haveria em se fazer um filme sobre o cinema todas as vezes que me encontrei filmando, pela simples razão de que acontecem sempre muitas coisas surpreendentes, engraçadas, curiosas ou interessantes, mas que não serão usufruídas pelo público, pois acontecem à margem das gravações.&lt;/div&gt; &lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Percebemos melhor a extravagância das filmagens de cinema quando temos como personagem principal um ator que nunca filmou, pois redescobrimos quão estranho é esse metiê através de seus olhos, e mais ainda quando se trata de uma criança. Lembro-me de ter feito uma visita ao set de A baía dos anjos (La Baie des Anges), que Jacques Demy filmava, com Jeanne Moreau. Havia um garoto, Claude Mann, que nunca filmara. Numa das cenas, ele devia entrar num quarto de hotel com Jeanne Moreau e acender a luz. No momento da filmagem, ao colocar a mão no interruptor ele percebeu que não era ele quem acendia a luz, mas um eletricista do lado de fora, então caiu na gargalhada e a filmagem teve de ser interrompida. Lembro-me disso como de um incidente muito bonito: é a descoberta do cinema.&lt;/div&gt; &lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt; &lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;b&gt;François Truffaut&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt; </description>  </item>  <item> <guid isPermaLink="true">http://labirintodonao.blogspirit.com/archive/2007/07/15/a-essencia-das-coisas.html</guid> <title>A essência das coisas</title> <link>http://labirintodonao.blogspirit.com/archive/2007/07/15/a-essencia-das-coisas.html</link> <author>noreply@blogspirit.com (Gabriel)</author>   <category>Cinema</category>   <pubDate>Mon, 16 Jul 2007 08:25:00 +0200</pubDate> <description> &lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Eu poderia abandonar uma relação amorosa por um filme, mas jamais abandonaria um filme por uma relação amorosa.&lt;/div&gt; &lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt; &lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;b&gt;François Truffaut&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt; </description>  </item>  <item> <guid isPermaLink="true">http://labirintodonao.blogspirit.com/archive/2007/04/30/porque-tarantino-é-decididamente-um-gênio.html</guid> <title>Porque Tarantino é decididamente um gênio</title> <link>http://labirintodonao.blogspirit.com/archive/2007/04/30/porque-tarantino-é-decididamente-um-gênio.html</link> <author>noreply@blogspirit.com (Gabriel)</author>   <category>Cinema</category>   <pubDate>Mon, 30 Apr 2007 02:50:00 +0200</pubDate> <description> &lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Selton Mello e Seu Jorge (relevem, relevem) em &lt;a href=&quot;http://video.google.com/videoplay?docid=-1020235553359887891&amp;amp;q=selton+mello&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Tarantino's Mind&lt;/a&gt;. Putamerdamente genial.&lt;/div&gt; </description>  </item>  </channel> </rss> 